Uma obsessão pelo café perfeito que virou startup

Stephen queria café fresco todos os dias e transformou isso em uma ótima ideia de negócio

Stephen Rapoport é um londrino de 33 anos. Numa manhã de sábado no ano de 2012, ele acordou para tomar sua costumeira xícara de café e descobriu que seu estoque de grãos para a bebida havia acabado. Se recusando a ir até a loja da esquina comprar um pó qualquer para café, Stephen não bebeu sua estimada xícara naquela manhã. O que para muitos seria apenas um contratempo facilmente esquecível, para Stephen se tornou uma startup.

Ele então fundou a Pact, uma empresa especializada em encontrar grãos de café de qualidade diferenciada ao redor do mundo, realizar o processo de torragem artesanalmente e enviar os saquinhos para os clientes por delivery em 24 horas na Inglaterra. O projeto, que em 2012 contava apenas com próprio Stephen realizando o processo de torra, moagem, embalagem e envio os produtos, agora conta com 36 funcionários.

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Por se tratar de um produto voltado para amantes de café, um mercado bastante específico, muitos podem pensar que o negócio não possui um potencial expressivo de crescimento. Pelo contrário: a Pact já conta com investimentos de 2,5 milhões de libras (mais de 10 milhões de reais) e calcula que aproximadamente 30 mil xícaras de seu café sejam consumidas diariamente no Reino Unido.

A meta de Stephen agora é expandir os negócios da startup despertando o interesse dos consumidores por café de qualidade. Prova disso é que o fundador da Pact não se preocupa que surjam startups concorrentes com propostas semelhantes. Seu alvo são as grandes redes varejistas, que vendem o pó de café que fica nas prateleiras de supermercado durante meses antes de chegar às casas e que um certo sábado de manhã este amante do café se recusou a tomar.

 

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